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PCMG prende suspeito de abusar sexualmente da sobrinha em Vespasiano

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Divulgação/PCMG

Suspeito de abusar da sobrinha, de 12 anos, durante os últimos três anos, um homem, de 45, foi preso pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), nessa segunda-feira (22/1), em Vespasiano, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Após a prisão do suspeito, outras duas vítimas, também familiares do investigado, procuraram a Polícia Civil para relatar os abusos.

Sob forte emoção, o pai da menina denunciou o crime à polícia no dia 15 de janeiro deste ano, logo após ter conhecimento do fato. O homem teria informado que havia notado mudança de comportamento na filha, que estava deprimida e chorosa, sem vontade de fazer atividades diárias que tinha costume, porém, quando questionada, a vítima não dizia o que tinha acontecido. O pai teria relatado, ainda, que a filha é quieta, possui certo atraso na fala e está passando por análise médica, devido à suspeita de que possui Transtorno do Espectro Autista (TEA).

De acordo com as apurações, a garota relatou o crime à madrasta, durante uma conversa sobre maternidade. A vítima teria afirmado que, quando fosse mãe, não permitiria que ninguém fizesse mal a seus filhos. Quando questionada se alguém já havia feito mal a ela, a menina começou a chorar e relatou os abusos sofridos. Na mesma semana, a vítima descreveu os abusos à psicóloga com quem faz acompanhamento e ilustrou as situações vividas.

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Conforme levantamentos, o suspeito não ameaçava a vítima e fora dos momentos de abuso a tratava normalmente. “Ele era uma pessoa aparentemente normal e, como a grande maioria dos abusadores de crianças, fora de qualquer suspeita”, declarou a delegada responsável pelas investigações, Nicole Perim.

A delegada informou que, no fim da tarde de ontem (23/1), duas novas vítimas procuraram a delegacia. Uma delas é ex-concunhada do suspeito e relatou ter sido vítima de importunação sexual por parte dele. A vítima informou também que a filha dela, de 12 anos, também relatou abusos praticados pelo investigado. “Segundo a família, novas vítimas irão nos procurar nos próximos dias”, pontua Perim.

O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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