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PCMG prende suspeito de atear fogo na casa da ex-esposa em Serro

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Divulgação/PCMG

Nesse domingo (8/1), na cidade do Serro, região Central do estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu o mandado de prisão preventiva contra um homem, de 53 anos, investigado por cometimento dos crimes de incêndio em casa destinada a habitação, descumprimento de medida protetiva, maus-tratos contra animais domésticos e violência psicológica contra mulher.

De acordo com o apurado, o investigado não aceitava o término do casamento com a vítima nem o fato de a ex-companheira gozar do direito de habitação no imóvel de propriedade comum do casal.

Entenda o caso

Segundo apurado no inquérito policial, na noite de 31 de dezembro, o suspeito, após ter se encontrado com a ex-esposa em uma comemoração de Réveillon em uma praça da cidade, adquiriu aproximadamente um litro de gasolina em um posto de combustíveis. Ele, então, se dirigiu até a casa na qual a mulher residia com alguns de seus filhos e ateou fogo na residência, o que culminou na destruição do imóvel. Além disso, dos animais domésticos que viviam no local, um cão morreu e outros dois sofreram lesões graves – na ocasião, os moradores não se encontravam no endereço. Em seguida, o homem fugiu.

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No dia seguinte, a PCMG representou pela prisão preventiva do investigado. Após intensas investigações, ontem, o investigado foi encontrado em um local situado na zona rural do município. Durante interrogatório, o suspeito confessou ter incendiado a casa e confirmou a motivação da conduta criminosa.

Após os trabalhos de polícia judiciária, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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