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PCMG prende suspeito de cometer homicídio na capital

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Divulgação/PCMG

Nesta quinta-feira (4/1), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Commutatio Mortis, que resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva contra um homem, de 27 anos, suspeito de cometer um homicídio, no último dia 29 de novembro, em Belo Horizonte.

Durante as buscas foram localizados drogas e material para embalar drogas, além de celulares. Diante dos fatos, o suspeito também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

Entenda o caso

O suspeito adquiriu uma motocicleta de um terceiro por R$ 1.800, que por sua vez tinha adquirido o veículo da vítima, um homem de 37 anos. Esta repassou a moto sem regularizar a transferência junto ao órgão de trânsito.

Segundo apurado, a vítima, sentiu-se prejudicada, uma vez que a irregularidade sobre a propriedade da motocicleta fez com que multas e autuações fossem atribuídas a ela.

A vítima foi até uma oficina onde a moto passava por um reparo e a pegou de volta, insistindo com o suspeito para que a moto fosse regularizada, criando um atrito entre as partes. A partir do ocorrido, o suspeito passou a ameaçar a vítima de morte.

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Assim, no dia 29 de novembro, os envolvidos discutiram pouco antes do crime, ocasião em que o suspeito fez novas ameaças de morte. Posteriormente, o investigado, portando uma arma, foi até à oficina onde a vítima trabalhava e a executou com vários disparos. Durante a ação criminosa, o suspeito acabou baleando uma mulher, que foi ferida superficialmente.

Após o crime, o investigado ainda passou a ameaçar testemunhas.

A investigação e a operação foram conduzidas pela equipe da 5ª Delegacia Especializada de Homicídios Sul, vinculada ao Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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