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PCMG prende suspeito de estupro de vulnerável procurado no Ceará

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em colaboração à Polícia Civil do Ceará (PCCE), prendeu, nesta sexta-feira (26/5), um homem, de 32 anos, suspeito de estuprar o sobrinho, um menino de 11 anos, naquele estado.

O investigado estava foragido desde dezembro de 2020 e teve o mandado de prisão cumprido por policiais civis do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no bairro Tirol, em Belo Horizonte.

Conforme explica o delegado Guilherme Catão, após ser acionado pela PCCE, o Setor de Inteligência da PCMG imediatamente levantou informações do possível paradeiro do foragido e as repassou à equipe do DHPP.

Ainda segundo o delegado, o homem responde pelo crime de estupro de vulnerável cometido no estado do Ceará e há informações de que ele poderia ter abusado sexualmente também da irmã da vítima. “Por ele ter permanecido todo esse tempo em Minas Gerais como procurado, vamos apurar também se ele teve envolvimento em outros crimes sexuais contra crianças ou adolescentes”, adianta.

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A prisão é parte dos esforços conjuntos que integram a campanha Maio Laranja, de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual infantojuvenil. Nesse sentido, Guilherme Catão faz um alerta à população quanto ao tema.

“Não há um perfil do abusador, uma vez que quase sempre são pessoas do convívio familiar ou ambiente social da vítima. Por isso, devemos nos ater ao bem-estar das crianças e dos adolescentes; estarmos atentos a qualquer sinal de mudança de comportamento ou lesões físicas que surjam inesperadamente. Daí a grande importância de uma rede de proteção que envolva a família, colegas, amigos, escola”, disse.

Maio Laranja

A campanha Maio Laranja reforça que a luta contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes é de todos.

Onde denunciar:

Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca): Avenida Nossa Senhora de Fátima, 2.175, bairro Carlos Prates, Belo Horizonte.

Demais municípios: todas as unidades policiais estão aptas a registrar e proceder à investigação de crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

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Telefone: Disque Direitos Humanos – 100

Lembrando que, para acolher as vítimas de crimes sexuais, a PCMG mantém o Espaço Reviver Kids da Depca, na capital. O espaço disponibiliza brinquedos, roupas, livros, materiais escolares, entre outros itens, para crianças e adolescentes vítimas de maus-tratos ou abusos físicos ou sexuais.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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