Polícia
PCMG prende suspeito de fazer inúmeras vítimas de falso sequestro
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu temporariamente, nesta terça-feira (30/4), um homem, de 27 anos, suspeito de fazer pelo menos 14 vítimas, em sua maioria idosas, por meio do golpe do falso sequestro, na região de Belo Horizonte.
Entenda o golpe
O investigado liga para o telefone fixo da vítima e ao mesmo tempo contata a mesma pessoa pelo celular, informando que algum parente está sob o poder de um criminoso. Em seguida, a vítima é forçada a seguir determinados comandos caso queira a vida do familiar preservada.
Inicialmente, a vítima deve atender uma vídeo-chamada e não colocar o telefone fixo no gancho, de modo que não seja possível a realização de contato com terceiros.
Em um segundo momento, o interlocutor da vítima passa a exigir que ela reúna dinheiro em espécie e joias em um recipiente específico. Assim, após a vítima reunir tudo que lhe é determinado, o suspeito indica um local nas proximidades da residência em que os bens deverão ser deixados.
Por fim, quando já deixados os bens exigidos e a vítima retorna para a sua residência, um indivíduo passa pelo local e recolhe o que ela deixou.
Investigação
A equipe do Departamento Estadual de Combate à Corrupção e a Fraudes (Deccof) instaurou inquérito para apurar as denúncias e, durante a investigação, foi descoberta uma organização criminosa composta por no mínimo três suspeitos, que fizeram 14 vítimas na região de Belo Horizonte.
De acordo com a delegada que conduz as investigações, Marina Pacheco, o prejuízo total às vítimas é estimado em R$ 300 mil mais o valor de joias. “Cumprimos mandados contra o suspeito de 27 anos, que atuaria como coletor dos bens da vítima, além de efetuarmos busca residencial, resultando no recolhimento de um veículo, bolsa referente a aplicativo de entregas e celular utilizados para a prática criminosa”, detalhou.
As investigações continuam para identificar os demais suspeitos.
*Foto: Arquivo PCMG
Fonte: Polícia Civil de MG
Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados
Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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