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PCMG prende suspeito de homicídio no Vale do Rio Doce

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Divulgação/PCMG

Nessa quarta-feira (4/1), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandado de prisão, no município de Paulistas, Vale do Rio Doce, contra um homem, de 25 anos, indiciado pelo homicídio de outro homem, de 29, morto com uma facada no peito, no dia 20 de outubro de 2022, em Guanhães, cidade que fica a cerca de 50 quilômetros do local da prisão.

De acordo com as investigações, suspeito e vítima retornavam de evento realizado em uma praça, na companhia de outros amigos, quando se desentenderam por um motivo banal, pois a vítima teria falado que contaria para a esposa do suspeito que ele estava mexendo com algumas mulheres durante o trajeto para casa. A partir daí, sem qualquer tipo de luta ou discussão acalorada, o suspeito sacou uma faca, que carregava na cintura, e golpeou a vítima no peito. O homem chegou a ser socorrido no hospital, mas não resistiu ao ferimento e morreu pouco depois.

Após o crime, o suspeito fugiu, levando a faca. Ele chegou a se apresentar na Delegacia de Polícia, onde prestou depoimento e alegou ter agido em legítima defesa, afirmando que a faca era da vítima. Contudo, tal versão foi refutada pela PCMG, haja vista as imagens colhidas e analisadas, por meio das quais foi possível verificar que o suspeito era quem carregava a faca e teria golpeado a vítima de surpresa, sem que esta tivesse qualquer oportunidade de reagir.

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Em continuidade às apurações, a Polícia Civil representou pela prisão do investigado, deferida pelo Poder Judiciário. Diante disso, após levantamentos do setor de inteligência da Delegacia Regional em Guanhães, que indicaram que o suspeito estaria escondido na casa do pai dele, em Paulistas, uma equipe de investigadores foi até a cidade e continuou o rastreamento, que culminou na localização exata do suspeito.

Durante a ação, que contou com o apoio operacional da Polícia Militar, o suspeito tentou fugir por uma janela da residência, mas foi rapidamente abordado e rendido, sendo entregue ao sistema prisional depois dos trâmites legais.

A PCMG, então, concluiu as investigações e indiciou o suspeito por homicídio duplamente qualificado, em razão de motivo torpe e pelo emprego de meios que dificultaram a defesa da vítima, consistente na surpresa do ataque.

O caso segue para a Justiça.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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