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PCMG prende suspeito de matar a esposa em Santa Luzia

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Divulgação/PCMG

Após diversos levantamentos de informações, análises periciais e reprodução simulada dos fatos, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu um caso de feminicídio ocorrido em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte, em 27 de novembro de 2023, resultando na prisão preventiva do suspeito, de 49 anos, na última sexta-feira (3/5). A vítima, de 53, foi atingida fatalmente com um tiro no peito.

De acordo com a delegada Adriana das Neves Rosa, titular da Delegacia Especializada de Homicídios (DEH) em Santa Luzia, unidade vinculada ao Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na data dos fatos, o investigado chegou a ter a prisão em flagrante ratificada na Delegacia de Plantão, mas depois conseguiu judicialmente a liberdade provisória.

“O que o investigado explicitou é que houve uma discussão entre o casal em razão da temperatura do ar-condicionado e, em dado momento, a vítima teria se apossado de uma arma de fogo, que ficava na cabeceira da cama, e efetuado um primeiro disparo contra ele. Houve, então, luta corporal e teriam ocorrido dois disparos”, descreve a delegada.

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A delegada informa que o homem chegou a ser atingido no braço. “Mas, naquele momento, ainda pairavam dúvidas se havia ali uma situação de legítima defesa, o que foi descartado ao longo das investigações, e quais eram as circunstâncias dos fatos”. Adriana completa que as análises periciais confirmaram o disparo contra o homem, porém, teria havido provável inversão de posse da arma e ocorrido mais um tiro, atingindo a mulher. “No momento desse disparo, à curta distância, ela estaria com as duas mãos segurando o cano da arma”, conta.

Violência doméstica

A titular da DEH pontua que, durante a apuração dos fatos, a partir de relatos aos policiais, foi evidenciado que a mulher teria sido vítima de diversos tipos de violência doméstica, sobretudo psicológica.

“Ele [investigado] exercia um controle das relações sociais dela, a ponto de ser impedida de auxiliar nos cuidados com o neto recém-nascido. Já no trabalho, enquanto enfermeira de emergência/ambulância, não podia sentar ao lado de colegas homens”, revela a delegada.

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Adriana Rosa conclui que a vítima já havia dito a pessoas próximas que não suportava mais a situação e pretendia deixar o companheiro. “Ela não vislumbrava simplesmente uma separação, tamanho era o medo e o controle que ele imprimia a ela, estava planejando fugir”, finaliza.

O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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