Polícia
PCMG prende suspeito de matar casal em Carlos Chagas

Nesta quinta-feira (14/9), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu o mandado de prisão temporária de um homem, de 22 anos. Ele é suspeito de ter executado um casal, no último dia 30 de agosto, na fazenda onde as vítimas moravam, na zona rural da cidade de Carlos Chagas, região do Mucuri.
Na ocasião, um homem, de 18 anos, e uma mulher, de 22, foram assassinados com disparos de arma de fogo. Segundo apurado pela PCMG, o crime foi praticado com requintes de crueldade e na presença de uma criança de 1 ano, filha de uma das vítimas, e que possivelmente estaria no colo da mãe quando esta foi executada.
As investigações prosseguem para apurar a motivação, bem como se há outros envolvidos nos fatos.
Após a prisão, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde se encontra à disposição da Justiça.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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