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PCMG prende suspeito de matar colega no Anel Rodoviário

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na tarde dessa terça-feira (29/8), mandado de prisão temporária contra um homem, de 48 anos, suspeito de atirar e matar um colega, de 38, no Anel Rodoviário de Belo Horizonte. O crime ocorreu na madrugada da última sexta-feira (25) e gerou grande repercussão. O investigado foi preso na região hospitalar da capital e não resistiu à abordagem policial.

Sobre o caso

No dia do crime, suspeito e vítima estavam juntos em um evento privado que ocorria em um conhecido espaço de entretenimento da Zona Sul da capital. Houve uma discussão e ambos foram retirados do local pelos seguranças da casa.

Ao se retirarem de carro do local, os dois emparelharam seus veículos e passaram a trocar ofensas e ameaças. De acordo com o apurado, a vítima estaria mais exaltada. A ação foi filmada pelo suspeito, que divulgou vídeo e áudios nas redes sociais. Em seguida, os dois se encontraram em determinado ponto do Anel Rodoviário, altura do bairro Bonsucesso, onde o crime ocorreu.

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O suspeito fugiu do local do crime e chegou a negociar sua apresentação na última segunda-feira (28), porém, como não compareceu à delegacia, o delegado responsável pelo caso, Guilherme Catão Guimarães, do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), representou por sua prisão temporária.

“Antes mesmo que o mandado fosse expedido, a equipe de investigadores do DHPP passou a monitorá-lo e, assim que a Justiça autorizou a prisão, a equipe o deteve”, detalhou o delegado.

O suspeito foi conduzido até a sede do DHPP, onde foi ouvido e assumiu ter cometido o homicídio. Ao final do procedimento, ele foi encaminhado ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça.

As investigações prosseguem.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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