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PCMG prende suspeito de matar ex-companheira a tiros na porta de casa

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nessa quinta-feira (21/9), mandado de prisão preventiva contra o investigado pelo feminicídio ocorrido na manhã do último dia 15 de setembro, na cidade de Santana dos Montes, região Central do estado. Na ocasião, a vítima, de 25 anos, foi morta com disparos de arma de fogo, na porta da residência onde morava.

Assim que tomou conhecimento do crime, a equipe de policiais civis responsável pelo caso se dirigiu à cidade de Santana dos Montes para realizar os levantamentos e, na mesma data, representou pela prisão do suspeito. De acordo com as investigações, o investigado e a vítima foram casados, e o homem não aceitava o término do relacionamento, porém recentemente havia concordado com o divórcio, que foi assinado dois dias antes do crime.

Ficou constatado pelas apurações que o suspeito planejou toda a ação criminosa, tendo enviado uma mensagem para a vítima um dia antes do feminicídio, pedindo um último encontro e, diante da recusa da mulher, ele combinou de passar na casa da vítima quando estivesse a caminho do trabalho para lhe entregar pertences que estariam na residência onde o casal havia morado.

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Usando esse pretexto, o homem fez uma ligação para a ex-companheira na manhã do crime a fim de que ela pegasse os objetos. Ao descer as escadas, a vítima foi executada com vários tiros no rosto e no pescoço, e acabou morrendo no local. Após o crime, o suspeito fugiu em seu veículo, que foi abandonado ainda na estrada de Santana dos Montes. Em seguida, ele se embrenhou no mato.

A delegada responsável pelo caso, Elenita Pyramo, destaca a frieza e a gravidade dos fatos, sendo apurado que o investigado premeditou claramente o feminicídio e tentava convencer o pai da vítima de que ela era culpada pelo término da relação, bem como vinha tentando impedi-la de solicitar medidas de proteção em razão das perseguições que sofria.

Elenita ressalta também a necessidade de que qualquer violência doméstica seja levada ao conhecimento dos órgãos responsáveis, destacando a importância do apoio de familiares e amigos no encorajamento das vítimas a denunciarem os agressores e buscarem ajuda.

A arma de fogo que teria sido utilizada no crime foi localizada e apreendida em um imóvel na zona rural de Santana dos Montes. Já o suspeito, preso preventivamente, se encontra à disposição da Justiça no sistema prisional.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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