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PCMG prende suspeito de matar filho de quatro meses em Lagoa Santa

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), cumpriu, na tarde da última sexta-feira (2/2), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 19 anos. Ele é suspeito de ter matado o próprio filho, de apenas quatro meses.

No dia 28 de janeiro, o investigado foi autuado em flagrante por homicídio culposo, ou seja, sem a intenção de matar. Na ocasião, o homem alegou que teria fornecido a mamadeira para o filho, no quarto do bebê, por volta de 8h, tendo se dirigido à sala da casa para mexer no celular e acabou dormindo. Disse, ainda, que quando acordou encontrou o bebê já sem respiração, alegando que a criança poderia ter engasgado com o leite. A vítima foi levada para unidade hospitalar, onde foi constatada a morte.

Posteriormente, o laudo do Instituto Médico-Legal constatou lesões externas na cabeça da criança e hematoma agudo, ou seja, lesão causada por traumatismo contuso produzido por objeto contundente, descartando a hipótese de engasgamento por leite.

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“Com o resultado do laudo médico-pericial, em total desacordo com o depoimento do investigado colhido em sede policial, representamos pela prisão preventiva do suspeito, que foi decretada pelo Poder Judiciário”, relatou o delegado Flávio Teymeny.

Após o cumprimento da ordem judicial, o investigado foi encaminhado ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça. O inquérito policial continua em andamento.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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