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PCMG prende suspeito de triplo homicídio e lesão corporal em acidente

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou, nessa segunda-feira (16/10), no Norte do estado, a operação Quero Ver o Oco para cumprimento de mandado de prisão expedido contra um homem, de 43 anos, investigado por triplo homicídio e três crimes de lesão corporal de natureza grave no trânsito. Um outro suspeito, de 26, que contribuiu para a gravidade do resultado foi indiciado pelos mesmos delitos.

Dinâmica do Crime

A investigação apontou que no dia dos fatos, 17 de julho de 2022, durante o Festival Internacional da Cachaça, festa tradicional de Salinas, os investigados teriam ingerido bebida alcoólica durante toda a noite e a madrugada. Depois disso, pela manhã, eles decidiram se deslocar até a barragem da cidade em seus veículos.

Segundo levantado, os homens lotaram ambos os carros, colocando inclusive duas vítimas no banco da frente. Em seguida, foram sentido ao anel viário do município, conhecido por ser uma via estreita, de intenso movimento e alto índice de acidentes.

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Ainda de acordo com a investigação da PCMG, antes do fato, os suspeitos trafegavam em alta velocidade fazendo ultrapassagens sucessivas, até um deles perder o controle da direção e capotar várias vezes, atingindo um ciclista, de 59 anos, que morreu. Em decorrência do acidente, outros dois óbitos foram constatados no local, uma jovem, de 17 anos, e um rapaz, de 32, ocupantes do carro.

Sobre a dinâmica dos fatos, o delegado José Eduardo Gonçalves dos Santos, que presidiu as investigações, explica que durante o acidente, enquanto o carro capotava, atingiu o ciclista que percorria pelo acostamento. Na sequência, o veículo se abriu, lançando todos os passageiros para fora. Dois deles morreram e outras três vítimas ficaram feridas. “No mesmo dia, o suspeito foi autuado em flagrante, e a autoridade policial arbitrou fiança de R$ 50 mil. O valor foi quitado e ele foi colocado em liberdade”, informa.

Investigação e prisão

Segundo José Eduardo, as investigações prosseguiram e o conjunto probatório colhido durante os levantamentos policiais, inclusive provas técnicas, permitiu constatar que “ambos os suspeitos assumiram o risco e não se importaram com o resultado, portanto, em decorrência de duas ações, na condução do veículo, de forma voluntária e deliberada, três pessoas faleceram e outras três ficaram feridas”.

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O delegado salienta que o motorista do carro foi indiciado por triplo homicídio e por três crimes de lesão corporal grave. Já o outro suspeito de envolvimento, partícipe no crime, também foi indiciado pela mesma conduta. “Os indiciados respondem, na medida de suas responsabilidades, pela participação no resultado”, pontua.

O inquérito policial e as investigações respectivas foram concluídas pela Delegacia de Polícia Civil em Salinas, sendo o mandado de prisão cumprido pela equipe da PCMG em Taiobeiras.

O suspeito de 43 anos encontra-se no sistema prisional, à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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