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PCMG prende suspeito de vender vídeo de pedofilia em Contagem

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Divulgação/PCMG

 Em desdobramento a uma investigação de exploração sexual de um adolescente de 12 anos, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente, na última terça-feira (21/5), um homem, de 30 anos, suspeito de comercializar vídeos em que a vítima era forçada a manter relações sexuais com a própria mãe, uma mulher também de 30 anos, presa desde o dia 9 de abril. Os fatos ocorreram em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Conforme esclareceu a titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Contagem, delegada Mellina Clemente, após a prisão da mulher, a Polícia Civil deu sequência às investigações e descobriu uma conta em rede social que estava sendo usada para comercializar os vídeos produzidos pela investigada.

“A partir dessa pista, apuramos que a venda desse conteúdo estava relacionada a uma grande dívida de drogas que a suspeita havia contraído com traficantes. Chegamos então a uma conta em rede social e chegamos a um IP, o qual estava vinculado ao número de celular do indivíduo investigado”, detalhou Mellina.

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Com mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva, a equipe da Deam Contagem deteve o suspeito na última terça-feira (21), no bairro Vale das Acácias, em Ribeirão das Neves. “Inicialmente ele negou qualquer envolvimento no caso, porém, em depoimento formal, confessou que teve acesso aos vídeos, mas que não havia relação com a atividade ilegal de comércio do conteúdo, o que certamente contraria todos os elementos que nossa equipe levantou”, explicou a delegada.

O homem preso já tinha passagens criminais por tráfico de drogas, roubo, porte ilegal de arma de fogo, além de ter sido preso em flagrante em uma ocasião por armazenamento de conteúdo pornográfico infantil em seu celular.

Dívida e tráfico

A delegada Mellina ressalta o ciclo de violência que permeia o caso, com conexões com o tráfico de drogas local. “Encontramos durante as investigações diferentes elementos que conectam essas pessoas. O investigado de 30 anos, por exemplo, já foi vizinho da vítima. Ele confessou que já foi braço direito de um homem que comandava um ponto de tráfico na região em que morava. Enquanto que a mãe da vítima, altamente endividada por drogas, poderia ter sido ameaçada por essas mesmas pessoas”, ressaltou.

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O investigado foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para conclusão do inquérito policial. Os levantamentos policiais contaram com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate aos Crimes Cibernéticos (Gaeciber), do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

Relembre o caso aqui: https://www.policiacivil.mg.gov.br/site-pc/noticia/exibir?id=4038399

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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