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PCMG prende suspeito por exploração sexual de adolescentes

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Divulgação/PCMG

Nessa segunda-feira (20/5), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, em Pitangui, região Centro-Oeste do estado, mandado de prisão preventiva contra um homem, de 64 anos, suspeito de exploração sexual de adolescentes e de rufianismo. Até o momento foram identificadas seis vítimas, com idades entre 15 e 17 anos, à época dos fatos.

As investigações iniciadas em outubro do ano passado apontam que, entre abril de 2023 e fevereiro de 2024, o suspeito atraiu adolescentes do sexo feminino para a prostituição, oferecendo-as a “clientes” do sexo masculino em troca do recebimento de uma “taxa de intermediação”. Além disso, ele também teria oferecido quantia em dinheiro às adolescentes em troca de favores sexuais.

Após apurações, a Polícia Civil representou pela busca e apreensão em endereços vinculados ao investigado e também de uma adolescente, possível vítima de aliciamento para a prostituição. “Durante as buscas, foram apreendidos aparelhos celulares, os quais foram submetidos à perícia técnica. O laudo do aparelho celular do suspeito revelou uma rede de contatos do investigado com, ao menos, 18 clientes e 13 mulheres, entre adolescentes e maiores de 18 anos, ambas aliciadas”, informou o delegado responsável pelo inquérito policial, Douglas Taveira.

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Em posse dos elementos de autoria e materialidade, a PCMG representou pela prisão preventiva do suspeito, que foi deferida pelo Judiciário. Ele foi localizado e preso na tarde de ontem e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde optou por exercer seu direito ao silêncio. Em seguida, foi encaminhado ao sistema prisional.

O inquérito policial segue em andamento para identificar todas as vítimas e exploradores sexuais, podendo estes responder pelo crime previsto no art. 218-B, §2º, I, do Código Penal.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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