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PCMG prende três suspeitos de integrar organização criminosa

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Divulgação/PCMG

Nessa terça-feira (11/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Centro-Sudeste, com o objetivo de cumprir três mandados de prisão e dois de busca e apreensão contra suspeitos de integrar uma organização criminosa atuante no tráfico de drogas no bairro Florença, em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Dois homens, de 26 e 30 anos, e uma mulher, de 26, foram presos em Patrocínio, no Alto Paranaíba.

A ação, desencadeada pela equipe da 2ª Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp), foi planejada após seis meses de investigações em torno dos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Organização

Conforme explica o delegado Eric Flávio Brandão de Freitas, as investigações revelaram que o grupo era composto por sete membros, sediados no bairro Florença. “Trata-se de uma organização criminosa estruturalmente ordenada e com divisão de tarefas, que se valia do tráfico para obtenção de vantagens financeiras”, disse.

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Durante as apurações da PCMG, dois dos investigados foram presos pela Polícia Militar portando armas e drogas, confirmando os indícios obtidos pela equipe da Draco.

“O líder da organização, o investigado de 30 anos, mesmo de dentro do sistema prisional pelo crime de homicídio qualificado, era quem controlava e decidia os passos dos seus subordinados na execução dos crimes”, acrescentou Freitas.

Durante as buscas, os policiais apreenderam celulares, notebook, anotações de controle do tráfico e diversos documentos. Os presos foram encaminhados ao sistema prisional e estão à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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