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PCMG prende três suspeitos de matar homem por engano

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Divulgação/PCMG

Em duas etapas da operação Queda do Gigante, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu três homens – de 20, 26 e 29 anos – suspeitos de matarem, por engano, um segurança do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, de 44 anos, sem envolvimento com a criminalidade. O crime ocorreu no dia 15 de abril do último ano, no bairro Paulo VI, região Nordeste de Belo Horizonte.

Conforme informações do delegado Leandro Alves Santos, do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), tudo começou a partir de desentendimentos entre o homem apontado como executor do crime, de 26 anos, no interior de bar com um adolescente, que seria o alvo original do homicídio. “Nesse bar, o investigado estaria assediando uma mulher, além de discutir com um jovem, momento em que esse adolescente, envolvido com o tráfico de drogas, confrontou ele e acabou sendo expulso do estabelecimento pelo homem”, relata o delegado. “O adolescente então retornou com diversos integrantes da gangue, os quais espancaram o investigado, que fugiu do local”, completa.

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Vingança

Ainda segundo Santos, o homem de 26 anos, buscando vingança, retornou ao bar, na companhia de dois primos e, não encontrando o jovem no local, foi até uma boca de fumo próxima. A vítima do crime havia saído do mesmo bar e estava a caminho de casa, passando pelo local, onde foi confundida pelos suspeitos pela coincidência das roupas que usava. Ela morreu a tiros e, segundo relatos colhidos pela Polícia Civil, pedestres ainda alertaram os criminosos que não se tratava do adolescente que procuravam. “Achamos que se não fosse a intervenção de pessoas perto que falaram que não se tratava de quem ele estava procurando, ele teria atirado ainda contra outras pessoas”, destacou o delegado.

Com as investigações, a PCMG conseguiu determinar a conduta de cada um dos suspeitos. Além do executor, os outros dois envolvidos foram qualificados como coautores do homicídio, por dirigirem o veículo e dado apoio no momento do assassinato.

Prisões

O homem de 26 anos foi preso preventivamente, no dia 15 de novembro, em Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), durante a primeira fase da operação Queda do Gigante. O nome da ação policial, inclusive, faz referência à grande estatura do indivíduo.

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Já os primos dele, de 20 e 29 anos, foram detidos após cumprimento de mandado de prisão temporária, em 12 de janeiro. As ordens judiciais foram efetuadas no bairro Jardim do Glória, em Vespasiano, também na RMBH.

Os três presos possuem registro criminal e envolvimento com o tráfico de drogas.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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