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PCMG prende trio suspeito de torturar e matar jovem na capital

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Divulgação/PCMG

As investigações acerca da execução de um jovem, de 19 anos, encontrado em uma área de desova no bairro Granja Werneck, região Norte da capital, no último dia 26 de março, resultou na prisão temporária de três suspeitos de envolvimento no crime. Os mandados foram cumpridos pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) na segunda-feira (22/4). Conforme informado à imprensa hoje (24/4), a vítima foi torturada e morta.

O trabalho de apuração realizado pela Delegacia Especializada de Homicídios Venda Nova, vinculada ao Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), aponta que o crime teria sido motivado por disputa de ponto de tráfico de drogas na região do bairro Jardim Felicidade, e que o jovem já havia sido ameaçado. Ele foi atingido com diversos disparos de arma de fogo 9mm, sobretudo na região das costas e da cabeça.

Segundo a delegada Ariadne Coelho, a vítima foi reconhecida por familiares após notícias veiculadas em rede social sobre a localização do corpo, quando identificaram o jovem por tatuagens e procuraram o Instituto Médico-Legal para o reconhecimento formal.

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“Após cerca de cinco dias do fato, o irmão da vítima, um adolescente de 17 anos, começou a receber vídeo, áudio e mensagem. Nas imagens, a vítima aparece ajoelhada, sendo agredida, e os suspeitos falando que fariam o mesmo com ele; narraram toda a tortura empregada contra o irmão durante a madrugada”, detalha Ariadne.

Prisão

As investigações apontam que o investigado de 33 anos comanda o tráfico na região do Jardim Felicidade, marcada pela rivalidade de duas gangues. “Segundo informações, nada acontece sem o aval dele”, pontua a delegada. O homem e outro suspeito, de 19 anos, foram presos no dia 9 de abril em poder de armas de fogo com numeração raspada e de uso restrito, entre as quais 9mm, .40 e .45. “Uma dessas armas, provavelmente, foi a utilizada no homicídio”, pontua a delegada.

Além dos dois suspeitos que já estavam recolhidos no sistema prisional e tiveram suas prisões formalizadas no âmbito do inquérito do homicídio, os policiais civis prenderam outro alvo, de 19 anos. O quarto investigado é procurado.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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