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PCMG ratifica flagrante de homem que arremessou cachorro pela janela

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) ratificou a prisão de um homem, de 35 anos, suspeito de arremessar um cachorro pela janela de um prédio, na última sexta-feira (16/12), no município de Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. Durante os trabalhos de polícia judiciária, a PCMG também representou pela prisão preventiva do investigado, que foi deferida pela Justiça, e ele continua no sistema prisional.

O procedimento foi encaminhado para apuração no Núcleo de Atendimento às Ocorrências de Maus-Tratos a Animais, da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil (1ª DRPC) – unidade pertencente ao 4º Departamento da PCMG. Conforme a titular da unidade, delegada Bianca Mondaini, a formalização do flagrante e o pedido de conversão da prisão foram realizados no plantão da 1º DRPC, após o suspeito ser conduzido à delegacia por policiais militares.

Segundo a delegada, o homem já possui passagem na polícia, inclusive já teve alguns problemas relacionados com brigas em locais da cidade e flagrante ratificado, em abril, por dano. Em relação à investigação de maus-tratos, ainda conforme Bianca Mondaini, a apuração está adiantada e algumas testemunhas serão ouvidas nos próximos dias.

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A PCMG trabalha com duas linhas de investigação acerca da motivação do crime. “A principal seria uma briga que o suspeito teve em casa com a genitora dele e, durante essa briga, acabou arremessando o cachorro pela janela, que seria da mãe”, adianta a delegada, complementando que o homem poderá responder pelo crime de maus-tratos a animais com o resultado morte. “Então, a pena chega a pouco mais de cinco anos de prisão pela gravidade do fato”, conclui.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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