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PCMG realiza reprodução simulada de homicídio em Espinosa

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Divulgação/PCMG

Em Espinosa, na região Norte do estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou, nessa quarta-feira (20/3), a reprodução simulada de um homicídio, ocorrido no dia 20 de janeiro deste ano. A ação teve como objetivo verificar a dinâmica do crime, conforme informações prestadas por testemunhas e suspeito.

De acordo com o delegado Eujécio Coutrim, o homicídio foi cometido em uma rua com grande aglomeração de pessoas, devido aos bares existentes nas proximidades do local. “A reconstituição foi importante para definir a dinâmica do crime principal, bem como identificar os crimes conexos como, por exemplo, favorecimento pessoal, lesão corporal, tentativa de homicídio em relação a outra vítima, vias de fato, etc.”, explicou Eujécio.

Ainda segundo o delegado, o crime investigado gerou grande comoção social, pois, além do homicídio, a ação criminosa colocou em risco as pessoas que estavam no local no momento, em virtude dos diversos disparos efetuados pelo investigado.

As investigações continuam visando à conclusão da investigação.

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Trabalho técnico

Em virtude da complexidade do trabalho, a simulação durou mais de sete horas e contou com a participação de policiais civis lotados em Espinosa, Monte Azul e Janaúba, bem como da Polícia Militar.

Além disso, os veículos utilizados no dia dos fatos para prestar socorro à vítima e para o favorecimento pessoal do investigado também foram empregados na reprodução simulada, os quais permanecem apreendidos desde o dia do crime.

Os trabalhos da PCMG também foram acompanhados por estudantes do curso de Direito de Espinosa e de Mato Verde. Os acadêmicos contribuíram com os trabalhos da polícia judiciária, simulando as pessoas que estavam no local e nos bares no momento do crime.

“Com o trabalho técnico, foi possível reorganizar os fatos e reconstituir a dinâmica do crime o mais próximo da realidade, por meio dos dados coletados e informações das ações”, pontuou Coutrim.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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