Polícia
PCMG recebe 110 novas viaturas para reforço do trabalho policial

Na manhã desta quarta-feira (14/6), a frota da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) recebeu o incremento de 110 novas viaturas para aprimorar o atendimento à demanda de segurança da população mineira, equipando os policiais civis com aporte logístico fundamental para o trabalho investigativo. A solenidade de entrega dos veículos foi realizada na Esplanada do Mineirão, em Belo Horizonte.
Os investimentos para a aquisição das viaturas ultrapassam R$ 13,8 milhões e são provenientes de recursos do Convênio Federal, Emendas Estaduais, Transferências Especiais, Convênios Municipais e Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Os veículos irão beneficiar delegacias no âmbito dos 19 departamentos territoriais, além de três departamentos especializados, conforme indicação parlamentar.
Na oportunidade, a chefe da Polícia Civil, delegada-geral Letícia Gamboge, destacou a importância do reforço da frota no combate à criminalidade no estado. “As verbas públicas que possibilitaram a aquisição dos automóveis representam o compromisso do Estado na modernização da Polícia Civil, em um investimento de quase R$ 14 milhões em nossa frota de veículos, que serão distribuídos em todas as regiões integradas de segurança pública, além de departamentos especializados”, disse.
Ainda segundo Gamboge, as verbas públicas que possibilitaram a aquisição das viaturas representam um compromisso do Governo do Estado de Minas Gerais e do Parlamento Mineiro, além do Ministério Público e dos municípios, na modernização da Polícia Civil.
Estiveram presentes na solenidade de entrega dos veículos o Conselho Superior da PCMG, deputados estaduais e ex-parlamentares, prefeitos, representantes do Executivo Estadual e do Legislativo Municipal, além de policiais civis e servidores administrativos.
Fortalecimento da PCMG
Durante discurso, a chefe da PCMG ressaltou o trabalho conjunto, com policiais em todo o estado, visando a dois objetivos principais: o fortalecimento das atividades operacionais e a valorização do servidor.
“Estamos em fase de revisão do planejamento estratégico e um dos eixos principais é a valorização do servidor. Sem a nossa força de trabalho, não há investigação e, consequentemente, combate à criminalidade”, enfatizou Gamboge, que ainda falou sobre o trabalho desenvolvido pelo Hospital da Polícia Civil em prol da saúde mental dos servidores e os projetos para a expansão do atendimento realizado pela unidade.
Para além do trabalho do setor de saúde da PCMG, a chefe da Polícia Civil ressaltou a necessidade de união dos policiais. “Nós mesmos temos que olhar para os nossos colegas. Muitas vezes nós não nos reconhecemos como alguém que precisa de amparo. Ouçam e apoiem seus colegas!”, finalizou.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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