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PCMG recebe verba destinada a obras em Governador Valadares

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Divulgação/PCMG

Na manhã desta segunda-feira (18/3), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Governador Valadares, região do Rio Doce, participou de audiência pública, promovida pelo juiz da Vara de Execuções Penais, Vinícius Pereira, para a destinação de verbas direcionadas a projetos de segurança pública na cidade.

Os recursos financeiros, na ordem de R$ 850 mil, foram direcionados ao Conselho Comunitário de Segurança Pública (Consep) e provêm de pagamentos de prestações pecuniárias e fianças de criminosos.

Para a PCMG, foi destinado o valor de R$ 411.307, 34, que será utilizado para continuidade das obras de construção do Complexo de Segurança Pública. Essa verba será especialmente direcionada à finalização da primeira parte do complexo, onde estarão localizadas a Delegacia de Plantão e o posto 24 horas da Polícia Militar.

No complexo, também funcionarão a Seção Técnica Regional de Criminalística (STRC) e a Unidade Regional de Custódia, permanecendo em atividade o Posto Médico-Legal (PML).

Obras em andamento

A PCMG já recebeu, por meio do Consep, mais de R$ 1 milhão que foram empregados nas obras do complexo. Essas verbas foram obtidas por meio de editais e parcerias anteriores, demonstrando o compromisso em aprimorar a estrutura e a eficiência do sistema de segurança em Governador Valadares e região.

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“A destinação desses recursos representa um investimento significativo na valorização e modernização das instalações da PCMG, visando proporcionar um ambiente adequado para o trabalho dos policiais e melhor atendimento à população”, disse o delegado regional Endgel Rebouças.

Audiência

O juiz de direito, Vinícius Pereira, que responde pela Vara de Execuções Penais da comarca, conduziu a audiência pública realizada hoje, juntamente com o promotor de Justiça Fábio Tavares, e a defensora pública Elaine Araújo.

De acordo com Pereira, esse é um momento histórico para Governador Valadares, pois trata-se do maior edital de destinação de verbas pecuniárias da região.

Estiveram presentes na audiência pública o chefe do 8º Departamento, delegado-geral Vinícius Sampaio da Costa; o delegado regional Endgel Rebouças; o inspetor adjunto do 8º Departamento Robson Mourão; o investigador Fábio Ramos e o presidente do Consep Alexandre Salmen. Também participaram do evento representantes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Penal.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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