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PMMG implementa novo Plano de Ação do Comando para  Movimentação de Pessoal

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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) implementa a partir desta segunda, 30.10, o Plano de Ação do Comando para Movimentação de Pessoal. Atendendo a um anseio da tropa, o objetivo é garantir maior fluidez e eficiência no processo de movimentação, diminuindo consideravelmente a fila e o tempo espera do policial militar.
O documento foi assinado pelo comandante-geral, coronel Rodrigo Piassi do Nascimento, pelo chefe do Estado-Maior, coronel Marcelo Ramos de Oliveira, pela diretora de Recursos Humanos, coronel Silma Regina Gomes da Rocha, pelo chefe da Primeira Seção do Estado-Maior (PM1), tenente-coronel Douglas Antônio da Silva, e pelo 2º tenente Bruno Giogi de F. Mendonça, da Seção de Movimentação e Servidor Civil, durante reunião no prédio do Comando-Geral, em Belo Horizonte,
Segundo o Comando da instituição, ao reforçar o Sistema de Movimentação (SISMOV) como um caminho institucional único e igualitário, a PMMG assegura a valorização profissional, a saúde e a qualidade de vida do policial militar, além de possibilitar a continuidade da prestação de um bom serviço aos mineiros.
Requerimentos
Para fins de atendimento aos requerimentos do SISMOV, a Polícia Militar de Minas Gerais dará andamento nas movimentações utilizando-se das inclusões e términos de cursos, além das designações e reconduções.
Com a formatura do Curso de Formação de Sargento (CFS) e do Curso de Formação de Soldados (CFSd), em novembro deste ano, e a inclusão de militares em 2024, o Comando da Instituição dará continuidade ao atendimento no sistema dos requerimentos mais antigos, desde que cumpram todos os requisitos de movimentação e cujo interesse ainda permaneça.
De acordo com o Plano de Ação do Comando para Movimentação de Pessoal, os novos policiais militares que ingressarem na instituição nos próximos anos somente poderão requerer movimentação após cinco anos da conclusão do curso de formação, permitindo o atendimento dos policiais militares que hoje já se encontram na fila.
Destaca-se que, em breve, será publicado o tutorial de acesso ao SISMOV.
Para mais informações sobre o novo plano de movimentação, o militar deve procurar a Seção Administrativa de sua Unidade ou a P1/SRH.

Fonte: Policia Militar de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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