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PMMG  resgata bebê  que havia sido sequestrado em Uberlândia

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Na manhã de terça-feira (3), na cidade de Muriaé, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio do 47º BPM, recebeu uma denúncia de que uma criança recém-nascida estaria sob guarda de uma mulher, que dizia ser a mãe. Contudo, segundo a denunciante, a mulher não estava grávida.

De imediato, os policiais militares foram até o local da denúncia e em contato com a mulher, de 47 anos, ela não apresentou aos militares nenhum documento referente à criança e disse que o bebê havia nascido em Belo Horizonte e que teria 112 dias de vida. A guarnição acionou o Conselho Tutelar, que verificou que a criança não possuía nenhum registro.
Durante atendimento da ocorrência, a suspeita e o bebê foram encaminhados ao Hospital, onde foi constatado que a criança tinha, no máximo, quinze dias de vida.Os militares apuraram que a verdadeira mãe do recém-nascido seria uma mulher de origem venezuelana, que estaria na cidade de Uberlândia, e que ela havia procurado a Base Comunitária da PM relatando que sua filha havia sido levada pela suspeita, moradora de Muriaé. A mãe contou aos militares que elas foram apresentadas, por meio da rede social, por uma terceira mulher .
” Após levantamentos de outras denúncias, verificamos que a criança estaria em Muriaé de forma irregular e que, num primeiro momento, haveria um acordo entre a mãe verdadeira e a autora para adoção da criança. Contudo, a genitora teria desistido do acordo. Após contato da suspeita com a mãe verdadeira, ela fez com que a mãe acreditasse que ela estava tentando proteger a criança, e saiu de Uberlândia com recém-nascido de forma ilegal”, destacou o tenente Luvanor Godinho Silva.
A autora foi presa em flagrante e conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Muriaé. A criança ficou sob os cuidados do Conselho Tutelar.

Fonte: Policia Militar de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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