Polícia

Polícia Civil adota tramitação eletrônica de TCO em todo o estado

Publicados

em

Divulgação/PCMG

Nesta semana, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) avança mais uma etapa do projeto de Procedimento de Polícia Judiciária Eletrônico (PPJ-e) e passa a adotar em todas as unidades policiais do estado a tramitação digital do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). A iniciativa conta com a parceria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) para sua operacionalização, uma vez que dispensa peças físicas e a remessa dos procedimentos é feita virtualmente ao Judiciário, e também tem interoperabilidade com o Ministério Público.

O PPJ-e, conhecido como inquérito sem papel, é uma das 68 iniciativas estratégicas da PCMG e também integra o projeto estratégico Modernização dos Órgãos de Segurança Pública do governo estadual. O delegado Breno Azevedo de Carvalho, coordenador do projeto da Polícia Civil, pontua os benefícios da medida: “Celeridade na tramitação; custódia da informação, uma vez que tudo é transmitido via sistema, com todas as regras de segurança; e economicidade, porque não há impressão de procedimentos nem entrega física”, pontua.

Implantado há pouco mais de um ano, o PPJ-e teve sua primeira operação para tramitação eletrônica de TCO na Delegacia Adida ao Juizado Especial Criminal em Belo Horizonte, posteriormente estendida para Governador Valadares e Ipatinga, na região do Vale do Rio Doce, alcançando, agora, a totalidade das comarcas de Minas. Da mesma forma, também já é realidade em todas as delegacias da PCMG a tramitação eletrônica de Expediente Apartado de Medida Protetiva (Eamp) e a comunicação de prisão em flagrante.

Leia Também:  Polícia Civil inaugura posto de identificação em Galiléia

Ampliação

Outro passo rumo à expansão do PPJ-e está a gravação de oitivas, que se encontra em fase de implantação e atualmente é adotada na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Nova Lima, na 2º Delegacia Especializada de Repressão à Organização Criminosa (Draco/Deoesp), na Delegacia Especializada de Homicídios em Betim, na Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC) em Ipatinga e unidades da circunscrição, além das DRPCs em Itabira, João Monlevade, Manhuaçu e Ponte Nova.

Para 2023, a PCMG trabalha para novos resultados da meta de inclusão de outros tipos de procedimentos no PPJ-e e de maior alcance de unidades policiais no projeto.

Fonte: Polícia Civil MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  Betim - Homem é preso por Tráfico ilícito de drogas, Posse ilegal de arma de fogo e Corrupção ativa

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA