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Polícia Civil conclui inquérito de homicídio em Patos de Minas

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Divulgação/PCMG

Nessa quinta-feira (16/5), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito sobre um homicídio ocorrido em 2 de dezembro de 2016, que desencadeou uma guerra entre gangues em Patos de Minas, no Triângulo Mineiro. Quatro homens, de 26, 27, 28 e 39 anos, foram indiciados por homicídio qualificado por motivo torpe, dificuldade de defesa da vítima e tentativa de obtenção de vantagem.

Crime

Segundo levantamentos, no dia do crime, a vítima, um homem de 27 anos, ao chegar na casa de um amigo, foi surpreendido por quatro pessoas. Os investigados, agindo de forma coordenada e dividindo tarefas, prepararam uma emboscada e se aproximaram da vítima, dois deles em uma motocicleta.

Investigações apontam que os suspeitos atiraram contra a vítima, que mesmo ferida conseguiu correr para dentro do terreno da casa do amigo, mas foi perseguida e baleada novamente, sendo atingida na cabeça, tórax, braço e perna.

Após constantes apurações, denúncias de cidadãos e troca de informações com a Polícia Militar, os policiais civis responsáveis pela investigação de homicídios em Patos de Minas identificaram quatro indivíduos como responsáveis pelo crime. A motivação teria sido um desentendimento entre a vítima e um dos autores, relacionado a drogas.

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Os suspeitos foram indiciados pelo crime e, ainda, acusados de furto qualificado, pois subtraíram o celular da vítima após ela perder a consciência. Se condenados, as penas podem ultrapassar 26 anos de prisão.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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