Polícia
Polícia Civil deflagra operação Héstia na região do Jequitinhonha

Nessa terça-feira (13/12), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Héstia, na cidade de Almenara, região do Jequitinhonha, para cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão.
O alvo da ação foi uma mulher, de 39 anos, suspeita de dopar uma pessoa e atear fogo à casa dela. Na casa da investigada os policiais apreenderam inúmeros frascos de remédios sedativos, celulares e R$ 18.200.
A suspeita trabalhava com cuidadora de idosos e acamados e, de acordo com levantamentos, costumava se aproximar das vítimas, demonstrando cordialidade, para em momento oportuno dopá-las e furtá-las. Já em outro procedimento investigativo, a mulher teria ateado fogo ao veículo do ex-marido.
A ação foi realizada pela equipe da 3ª Delegacia Regional de Polícia em Almenara, as investigações prosseguem.
Fonte: Polícia Civil MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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