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Polícia Civil inaugura nova sede de delegacia em Mesquita

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Divulgação/PCMG

Em cerimônia realizada na manhã desta sexta-feira (18/8), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) inaugurou em Mesquita, no Vale do Rio Doce, as novas instalações da Delegacia de Polícia Civil, que irá contar com um Setor de Identificação e uma Sala da Mulher. A unidade irá funcionar na rua Monsenhor Alípio, nº 525, no Centro da cidade.

A Delegacia de Polícia Civil em Mesquita atende à região composta pelos municípios de Mesquita, Braúnas e Joanésia. Assim, a nova unidade foi planejada e estruturada para trazer melhor atendimento à população, bem como proporcionar acessibilidade aos usuários.

O novo Setor de Identidade foi equipado com máquinas de última geração, para atender demandas por carteira de identidade, nos moldes dos novos documentos emitidos pela PCMG. Já a sala de acolhimento, ambiente específico para o atendimento a mulheres vítimas de violência, foi planejada para a escuta especializada de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de crimes.

Durante a cerimônia, o chefe do 12º Departamento de Polícia Civil em Ipatinga, delegado-geral Gilmaro Alves Ferreira, na ocasião representando a chefe da Polícia Civil, delegada-geral Letícia Gamboge, destacou que “com essa reforma, será possível um atendimento de melhor qualidade à população”.

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Já a titular da Delegacia de Polícia Civil em Mesquita, delegada Talita Martins Soares, ressaltou a infraestrutura do novo espaço, sobretudo a da Sala da Mulher. “Aproveitando o mês em que é celebrado o Agosto Lilás, de combate a violência contra a mulher, inauguramos uma sala de acolhimento; um espaço onde a vítima de violência doméstica e as crianças e adolescentes, vítimas e testemunhas de delitos, poderão ser atendidas com sigilo e de forma humanizada”, exaltou.

Presenças

Participaram da cerimônia o chefe do 12º Departamento de Polícia Civil em Ipatinga, delegado-geral Gilmaro Alves Ferreira (representando a chefe da PCMG delegada-geral Letícia Gamboge); o delegado regional em Ipatinga, Thiago Alves Henriques; a titular da Delegacia de Polícia Civil em Mesquita, delegada Talita Martins Soares; o prefeito de Mesquita, Ronaldo de Oliveira; o prefeito de Braúnas, Jovani Duarte Menezes; o prefeito de Joanésia, Aiken Cristhian Andrade Dias; o presidente da Câmara Municipal de Mesquita, Thiago Assis de Oliveira; a juíza de direito da comarca de Mesquita, Elimar Boaventura Condé Araújo; o promotor de Justiça do Ministério Público de Mesquita, Samuel Saraiva Cavalcante; a deputada federal Rosângela Reis; além de representantes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros Militar, entre outras autoridades.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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