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Polícia Civil inaugura sede da Delegacia em Martinho Campos

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Divulgação/PCMG

Com o objetivo de proporcionar melhores condições de trabalho aos servidores e mais conforto ao público, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) inaugurou, hoje (12/4), a sede da Delegacia em Martinho Campos, região Centro-Oeste do estado. O novo imóvel, localizado na Rua Padre Marinho, 820, Centro, é resultado de uma parceria da PCMG com a Prefeitura Municipal.

A unidade alcança uma população aproximada de 15 mil habitantes e oferece serviços de investigação criminal, que tem como desdobramentos instauração de inquérito, lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), pedido de medidas protetivas, entre outras atividades e procedimentos de polícia judiciária. Também realiza registros de ocorrências, emite carteira de identidade e confecciona documentos de veículos.

Estrutura

A delegacia, chefiada pelo delegado Rodrigo Noronha, conta com recepção, sala de atendimento de serviços de trânsito, sala de identificação, inspetoria, cartórios, depósitos de objetos, celas, além de banheiros, cozinha e garagem para cinco viaturas. O espaço foi equipado, entre outros itens, com câmeras de monitoramento e de ar-condicionado.

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“Participar de uma inauguração como esta é uma satisfação, porque, com uma estrutura digna, a população é melhor recebida e atendida, e o servidor, em um espaço íntegro, se sente valorizado e consegue prestar um serviço de melhor qualidade”, ressalta o delegado-geral Flávio Destro, chefe do 7º Departamento de Polícia Civil, ao qual a unidade policial está vinculada, dentro da estrutura da Delegacia Regional em Bom Despacho, sob gestão do delegado Thales Gontijo.

Investimento

Foram investidos R$ 700 mil na nova sede: R$ 650 mil destinados pela prefeitura para a reforma do imóvel, e R$ 50 mil repassados por meio do Conselho Comunitário de Segurança Pública (Consep), viabilizados por edital de penas pecuniárias do Poder Judiciário local, para compra de equipamentos.

À frente da Superintendência de Planejamento, Gestão e Finanças (SPGF), o delegado-geral Hugo e Silva, na ocasião representando a chefia da PCMG, ressaltou a importância das parcerias e o compromisso da instituição na gestão dos recursos aportados. “Um projeto da Polícia Civil é, cada vez mais, implementar novas sedes. Hoje, a SPGF acompanha mais de 250 obras, com recursos de diversas ordens, em todo o estado”, informou.

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Também estiveram presentes no evento representantes das demais forças de segurança, membros da sociedade civil organizada, autoridades municipais, assessores de deputados e servidores policiais e administrativos da PCMG.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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