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Polícia Civil investiga crimes ambientais em rio de Porteirinha

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) instaurou, na última sexta-feira (24/11), em Porteirinha, na região Norte do estado, inquérito policial com o objetivo de apurar crimes ambientais cometidos, em tese, por uma empresa de abastecimento de água, situada no município.

A investigação teve início depois que os policiais civis verificaram pontos de lançamento de esgoto “in natura”, no Rio Mosquito, entre os dias 20 e 22 deste mês. Foi verificado, ainda, que a poluição do rio causou dano irreversível ao meio ambiente, ocasionando, inclusive, a saída dos ribeirinhos, moradores da região, de suas casas, ante ao mau cheiro provocado pela contaminação.

Com o início das investigações, na data de hoje, servidores do Instituto de Criminalística da Polícia Civil realizaram a coleta de amostras da água e registraram imagens dos danos ambientais causados na região.

Responsável pela investigação, o delegado de polícia André Brandão disse que a investigação visa apurar e responsabilizar quem de qualquer modo, inclusive por omissão, concorreu para a prática de crimes contra o meio ambiente, sejam eles administradores, gerentes, diretores ou encarregados da empresa que presta serviços de água e esgoto em Minas Gerais. “O descarte de esgoto no Rio Mosquito por parte da empresa investigada causou a mortandade de peixes e outras espécies da fauna”, explicou o delegado.

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O delegado esclarece que com o avanço dos levantamentos, os próximos passos da investigação visam colher depoimentos de testemunhas e declarações dos possíveis responsáveis pelos atos criminosos. “No procedimento iniciado vamos apurar as circunstâncias, autoria e materialidade dos crimes ambientais praticados pela empresa, responsabilizando os envolvidos”, pontuou André Brandão.

Os trabalhos policiais prosseguem.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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