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Polícia Civil prende 14 pessoas em ação contra o crime organizado

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou a operação Backstage, nesta quinta-feira (17/8), que teve como saldo a prisão de 14 suspeitos em Minas Gerais e São Paulo. A ação policial foi coordenada pela Delegacia Regional em Itajubá, unidade vinculada ao 17º Departamento de Polícia Civil.

Ao todo, foram cumpridos 14 mandados de prisão temporária e 35 de busca e apreensão nas cidades de Itajubá e Piranguinho, no estado de Minas Gerais, e São João da Boa Vista e São Paulo, no estado paulista. Os procedimentos são decorrentes de investigação de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, organização criminosa, falsificação de documentos, receptação, estelionato, dentre outros.

Dentre os conduzidos estão um advogado, cinco empresários e um policial civil do Estado de São Paulo. Três investigados estão foragidos. Já as buscas resultaram na apreensão de grande quantidade de crack, maconha, drogas sintéticas e material para preparo dos entorpecentes. Também foram encontradas cinco armas de fogo, nove veículos (sendo dois de luxo), uma moto aquática, cerca de R$ 50 mil em dinheiro e vários documentos e celulares.

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Segundo o chefe do Departamento em Pouso Alegre, delegado-geral Pedro Henrique Rabelo Bezerra, a operação foi uma resposta dura do Estado contra o grupo criminoso. “A Polícia Civil de Minas Gerais está a todo tempo vigilante e dedicada a combater o crime organizado em todas as esferas sociais, econômicas e geográficas, dentro do que cabe nossa atribuição, buscando sempre a segurança da sociedade”, ressalta o delegado.

Participaram da operação cerca de 140 policiais civis do 17º Departamento, as Corregedorias das Polícias Civis de Minas e São Paulo, a Coordenação Aerotática (CAT) e a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da PCMG.

As investigações continuam para identificar outras pessoas envolvidas nos crimes. Os presos, 11 homens e três mulheres, foram encaminhados ao sistema prisional.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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