Polícia

Polícia Civil prende suspeito de estuprar três menores em Betim

Publicados

em

Divulgação/PCMG

As investigações da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) sobre o crime de estupro de vulnerável em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), culminaram com a deflagração da operação Holda, na última quarta-feira (7/2), resultando na prisão de um homem, de 28 anos.

O investigado é suspeito de abusar sexualmente de três meninos, de 10, 12 e 13 anos, no bairro Granja São João, em Betim. Os crimes começaram a ser apurados em outubro do ano passado, quando as mães dos jovens procuraram a polícia para relatar os fatos.

Modo de agir

Conforme apurações desencadeadas pela 2ª Delegacia de Polícia Civil, o suspeito atraía as vítimas com oferta de doces e guloseimas. Ele chegou, inclusive, a abrir uma conta em um estabelecimento comercial para que os jovens utilizassem e, em troca, as levava até sua residência. “No local, os menores eram vítimas de atos libidinosos e, posteriormente, ameaçados de morte, caso relatassem sobre os abusos sofridos”, relata a delegada responsável pelo inquérito, Patrícia Godoy.

Leia Também:  PF prende homem que levou réplica da Constituição

Diante das informações fornecidas pelas mães das vítimas, a Polícia Civil iniciou a investigação e identificou o suspeito. “O caso gerou grande comoção social, e populares da região em que residem as vítimas foram atrás do investigado, que, após sofrer agressões em retaliação aos crimes cometidos, fugiu da região”, revela Godoy.

No hospital em que foi atendido, o suspeito forneceu endereços inexistentes, o que gerou a suspeita dos policiais. Posteriormente, foi confirmado que o homem se escondia em um aglomerado na divisa de Belo Horizonte com Santa Luzia.

“Diante do risco de reiteração e de se esquivar da aplicação da lei penal, uma vez que além de em local desconhecido, o aglomerado em que estava guarda as mesmas características do de Betim, com diversas crianças residindo nas imediações, representamos pela segregação cautelar do indiciado, pelo crime de estupro de vulnerável por três vezes”, concluiu a delegada.

Com o cumprimento da ordem judicial, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.

Leia Também:  PCMG resgata criança vítima de sequestro e prende casal

Fonte: Polícia Civil de MG

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Publicados

em

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

Leia Também:  PCMG prende foragido da Justiça que matou durante indulto natalino

O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

ALPINÓPOLIS E REGIÃO

MINAS GERAIS

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA