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Polícia Civil prende suspeito de estupro em Pompéu

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Divulgação/PCMG

Na terça-feira (29/8), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu um homem, de 59 anos, na cidade de Vespasiano, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ele é suspeito de ter cometido estupro contra duas meninas, em Pompéu, no Centro-Oeste mineiro. Uma delas era filha da prima dele, enquanto a outra era sua irmã de criação. Os crimes teriam ocorrido entre os anos de 2012 e 2016, quando as vítimas tinham entre 9 e 12 anos.

De acordo com a delegada titular da PCMG em Pompéu, Letícia Muller, a denúncia inicial foi apresentada em 19 de julho deste ano pela mãe da vítima mais jovem, atualmente com 16 anos. “A mãe procurou uma Delegacia de Polícia Civil em Belo Horizonte para relatar que sua filha, quando tinha 9 anos, havia sido estuprada por um primo em uma fazenda localizada em Pompéu. O trauma sofrido pela vítima resultou em sérios problemas psicológicos, incluindo quadros de depressão e automutilação”, informou a delegada.

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A investigação revelou ainda outro caso envolvendo o mesmo suspeito, desta vez uma menina, atualmente com 19 anos, que foi criada pela mãe dele. Diante das ameaças feitas pelo suspeito à mãe da primeira vítima após a denúncia à polícia, a autoridade policial solicitou a prisão temporária dele, que foi cumprida na cidade de Vespasiano. O inquérito policial está em andamento. Ao final, o suspeito poderá ser indiciado por estupro de vulnerável e coação no curso do processo.

A ação, coordenada pela PCMG em Pompéu, contou com o apoio da PCMG em Vespasiano.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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