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Polícia Civil prende suspeitos de torturar e matar homem na capital

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Divulgação/PCMG

Dois homens, de 37 e 51 anos, foram presos temporariamente pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), nessa quarta-feira (13/3), na Vila Átila de Paiva, região do Barreiro, na capital. A dupla é suspeita, junto a outros dois comparsas, de 22 e 23 anos, de torturar e matar um homem, de 30 anos, no dia 15 de novembro do ano passado.

O corpo da vítima foi localizado em um lote vago, no bairro Santa Margarida, também na região do Barreiro. A equipe da 2ª Delegacia Especializada de Investigação de Homicídios Barreiro, vinculada ao Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), reuniu elementos que indicaram que a vítima era membro da mesma organização criminosa integrada pelos quatro suspeitos do crime. “A vítima estaria devendo a organização por suposto desvio de substâncias entorpecentes e, por isso, foi torturada e queimada viva”, revelou o delegado responsável pelo caso, Matheus Moraes Marques.

A PCMG realizou diversos levantamentos, entre elas, análise de imagens, entrevistas com testemunhas e perícias técnicas. “Com tais elementos, ficou comprovada a prática de homicídio qualificado perpetrado por, pelo menos, quatro suspeitos”, informou Marques, adiantando que um terceiro investigado já estava recolhido no sistema prisional e um quarto continua sendo procurado.

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A Polícia Civil representou pela prisão temporária dos quatro investigados, medida deferida pelo Poder Judiciário. Eles serão indiciados por homicídio qualificado por motivo fútil, por tortura e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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