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Polícia Civil realiza operação Hafra em Juiz de Fora

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) desencadeou, nesta quarta-feira (19/6), a operação Hafra, em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Foram cumpridos dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão relacionados ao homicídio de um adolescente de 14 anos, cujo corpo foi encontrado em um poço em janeiro deste ano.

Prisões e Investigação

Durante a operação, dois homens, de 31 anos e de 44 anos, foram localizados. O suspeito de 44 anos também é investigado pelo homicídio de outro adolescente de 17 anos, ocorrido no bairro Bela Aurora em maio deste ano. Ambos os investigados estão envolvidos em outros inquéritos por crimes contra o patrimônio, receptação, lesão corporal e violência doméstica.

As investigações começaram em 12 de dezembro de 2023, a partir de um boletim de ocorrência de desaparecimento registrado pela coordenadora da casa de acolhimento onde o adolescente estava abrigado devido à dependência química. Conforme o boletim, o adolescente foi visto pela última vez em 27 de novembro do mesmo ano. Em janeiro de 2024, uma denúncia anônima levou à descoberta de uma ossada humana dentro de uma cisterna em um terreno no bairro São Geraldo.

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Após a confirmação de que a ossada era do adolescente, as investigações apontaram a participação de quatro suspeitos. Conforme a delegada Camila Miller, o crime foi motivado por um desentendimento entre os suspeitos e o adolescente durante o uso compartilhado de entorpecentes em um imóvel desocupado. “Um dos suspeitos se abrigava neste imóvel, que fica no mesmo terreno da cisterna onde a ossada foi encontrada”, explicou a delegada.

Os suspeitos presos foram encaminhados ao sistema prisional, e as diligências continuam para localizar os outros dois suspeitos foragidos.

O nome da operação, Hafra, é uma palavra árabe que significa poço, local onde o corpo da vítima foi encontrado.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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