Polícia
Prédio do Instituto Médico-Legal é reinaugurado pela PCMG na capital

Após um grande projeto de reforma estrutural e de modernização de equipamentos, o Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IMLAR) da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) foi reinaugurado oficialmente, em cerimônia realizada na manhã desta terça-feira (12/12). Durante a solenidade, também foram entregues 28 viaturas para atendimento de unidades vinculadas à Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC).
Por meio de recursos provenientes de acordo de compensação socioambiental com a empresa Vale, o prédio do Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette, inaugurado em 1977, passou por adequações na infraestrutura das salas, dos setores, da portaria, da recepção, dos laboratórios e do estacionamento, além de manutenções e adequações hidráulica, elétrica e da rede de informática.
Visando à modernização da unidade, também foram adquiridos equipamentos para os laboratórios de toxicologia (estufas, cromatógrafos, entre outros) e de anatomia patológica (microscópios, micrótomos, processadores de tecidos) a fim de otimizar as análises laboratoriais e, assim, incrementar a eficiência dos exames.
Para ilustrar o projeto de reestruturação da unidade, foram realizadas apresentações sobre a reforma do prédio, a adequação da Central de Constatação de Drogas e a instalação do analisador de vestígios do Laboratório de DNA.
Para a chefe da PCMG, delegada-geral Letícia Gamboge, a modernização do IMLAR impacta de forma relevante na qualidade da prova pericial, no atendimento mais adequado do público e no conforto do servidor da instituição para a execução do trabalho diário.
“Como medida compensatória, em decorrência daquela terrível tragédia ocorrida em Brumadinho, que vitimou centenas de pessoas após o rompimento de uma barragem, tivemos a destinação desses recursos, que propiciaram a reforma da estrutura do Instituto Médico-Legal e a aquisição de equipamentos que, hoje, irão servir a toda sociedade mineira”, pontuou Gamboge.
O titular da SPTC, Thales Bittencourt de Barcelos, destacou que o rompimento da barragem de minério em Brumadinho, em janeiro de 2019, representou um grande desafio para a PCMG, reforçando a necessidade do constante investimento na modernização da polícia técnico-científica. “Hoje, estamos, oficialmente, reinaugurando o melhor instituto médico-legal do Brasil. Os investimentos aqui feitos constituem um enorme legado para os mineiros”, enalteceu.
Entrega de viaturas
Como parte da solenidade, a chefia da PCMG anunciou a aquisição de 28 veículos, doados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) para a SPTC. As chaves dos carros foram entregues ao superintendente de Polícia Técnico-Científica, Thales Bittencourt de Barcelos, para destinação entre as unidades vinculadas à Superintendência.
Os recursos empregados na aquisição das viaturas foram viabilizados pela Senasp, tendo em vista o cumprimento da meta estipulada pelo projeto de fortalecimento da Rede Integrada de Banco de Perfis Genéticos.
“Minas Gerais foi ranqueada em primeiro lugar, dentre todas as polícias científicas do país, no que diz respeito ao lançamento de dados de perfis genéticos, propiciando a identificação de vítimas e também de corpos de pessoas desaparecidas”, exaltou Letícia Gamboge.
Nova diretoria
Ainda durante a cerimônia, a chefia da PCMG anunciou a composição da nova direção do IMLAR, que passa a ter como diretor o médico-legista Arnaldo Muzzi, cargo antes ocupado pela médica-legista Naray Jesimar Aparecida Paulino.
Na oportunidade, foram homenageados os ex-diretores do IMLAR presentes no evento.
IMLAR
O Instituto Médico-Legal de Belo Horizonte, que integra a estrutura da Superintendência de Polícia Técnico-Científica da PCMG, a partir da aprovação da Lei Estadual 23.419, com sanção do governador Romeu Zema, no dia 18 de setembro de 2019, passou a ser denominado de Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette em homenagem ao médico-legista Dr. André Luiz Barbosa Roquette, falecido em 16 de abril de 2016.
O IMLAR está localizado na Rua Cecildes Moreira de Faria, 150, bairro Gameleira, em Belo Horizonte.
Presenças
Além da chefe da PCMG, delegada-geral Letícia Gamboge, e do superintendente de Polícia Técnico-Científica, Thales Bittencourt de Barcelos, participaram do evento a diretora da Academia de Polícia Civil de Minas Gerais, delegada-geral Yukari Miyata, o secretário adjunto de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, coronel bombeiro militar Edgard Estevo da Silva, o promotor de Justiça de Coordenadoria do Júri, Claudio Maia de Barros, além de representantes sindicais e servidores dos quadros policial e administrativo da PCMG.
Fonte: Polícia Civil de MG


Polícia
Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12 foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.
Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga. A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.
Ontem 2/1 a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.
O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.
O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.
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