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Preso em Porteirinha suspeito de estuprar enteada em Rio Pardo de Mina

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Divulgação/PCMG

Nessa terça-feira (20/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu mandado de prisão temporária expedido contra um homem, de 28 anos, suspeito de abusar inúmeras vezes da enteada, em Rio Pardo de Minas, na região Norte do estado. O suspeito, que fugiu após saber sobre a investigação, foi preso em Porteirinha, cidade a cerca de cem quilômetros de distância do local do crime. Os abusos teriam iniciado quando a vítima tinha 10 anos.

O caso foi denunciado pelo pai da menina, no dia 13 de junho deste ano, após ele tomar conhecimento sobre o crime. Ele teria questionado a filha, atualmente com 14 anos, que confirmou o crime, mas sem relatar quem seria o abusador. Diante disso, o pai acompanhou a filha até a delegacia para denunciar o estupro e, na unidade policial, a adolescente contou que o responsável pelo estupro seria o padrasto.

Denúncia

Durante relato, a adolescente detalhou os fatos e contou que, inicialmente, quando tinha 10 anos, o suspeito começou a pegar em seus seios e, com o passar dos anos, antes de completar 12 anos, ele teria mantido conjunção carnal forçada com a menor de idade. Desde então, conforme explicou a menina, os estupros ocorreram com frequência, sendo cometido por mais de 20 vezes. O abuso ocorria quando a mãe da vítima estava trabalhando ou em alguma atividade fora de casa. A vítima informou que não teria denunciado o suspeito por ele ser agressivo e ameaçar ela e seus familiares.

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De acordo com o delegado Guilherme Banterli Moreira, no curso das investigações, provas e depoimentos foram contundentes quanto à autoria e à materialidade do crime. “Seu estado de liberdade causa temor à vítima, pois ela teme que ele [padrasto] venha a consumar as ameaças e, assim, praticar algum mal contra ela e seus familiares. Em razão disso, representei pela prisão dele”, explicou o delegado.

Ainda segundo Moreira, o suspeito ficou sabendo sobre as investigações e diante disso, fugiu de Rio Pardo. “Após diligências, descobrimos que ele estava em Porteirinha. Nós acionamos a equipe da PCMG no município, que o localizou, efetivando sua prisão ”, disse.

Após a formalização do mandado judicial, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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