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Preso líder de grupo especializado em extorsão mediante sequestro

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Divulgação/PCMG

Nesta terça-feira (20/6), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou mais uma fase da operação Ordinem, que tem por objetivo desarticular um grupo criminoso especializado em extorsão mediante sequestro nas regiões de Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha, e Águas Vermelhas e Divisa Alegre, no Norte do estado.

Durante a ação policial, desencadeada para cumprimento de três mandados de prisão e de busca e apreensão, o homem identificado como líder da organização criminosa e o irmão dele foram presos no município de Mateus Leme, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Um terceiro integrante foi detido em Juatuba, também na RMBH.

Segundo o delegado Danilo Fernandes Souza, responsável pelas investigações, a prisão da liderança terá grande impacto na região. “Afinal, segundo investigações, o grupo é responsável por dezenas de crimes de roubo de cargas (avaliadas em milhões), homicídios, tráfico de drogas e extorsões mediante sequestro, que, além de lesar o patrimônio das vítimas, causa consequências ao psicológico das mesmas”, destaca.

Souza também informou que os levantamentos continuarão no intuito de levantar novas informações relativas aos crimes sob apuração e para identificar a participação de outros envolvidos.

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Ordinem

A primeira fase da operação foi deflagrada pela PCMG no dia 20 de abril, ocasião em que foram cumpridos oito mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades de Cachoeira de Pajeú, Divisa Alegre, Águas Vermelhas e Curral de Dentro, no Jequitinhonha e no Norte de Minas, bem como em Mateus Leme, na RMBH,e Sete Lagoas, na região Central do estado. Na ação, foram ainda recuperados três caminhonetes de luxo, um automóvel e diversos pertences de vítimas.

Com a segunda fase da ação, a equipe da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Pedra Azul, responsável pelas investigações, prendeu um total de 21 suspeitos de envolvimento em crimes violentos cometidos próximo a rodovias, como a BR-251 e a BR-116.

O nome da operação significa em latim “ordem”, objetivo alcançado pela PCMG com as ações policiais.

A operação contou com o apoio de policiais civis do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp).

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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