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Preso na Colômbia suspeito de feminicídio em Ipatinga

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Divulgação/PCMG

Um homem suspeito de cometer o feminicídio que vitimou uma mulher em Ipatinga, no Vale do Rio Doce, crime registrado no dia 28 de abril deste ano, foi preso na Colômbia. A ação foi efetuada pela Interpol, com o apoio da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e Polícia Federal (PF).

A PCMG apurou que o suspeito já tinha cometido outros crimes contra mulheres com o mesmo modo de agir apresentado no caso registrado em Ipatinga. “Ele se aproximava de mulheres por meio de aplicativos de relacionamentos, conseguindo morar junto com as vítimas e passando a submetê-las ao vício em drogas injetáveis e constantes espancamentos e torturas”, relata o delegado Marcelo Franco Marino.

Além desses crimes, o suspeito também responde por envolvimento com tráfico de drogas. Diante dos trabalhos da PCMG, ele teve a prisão preventiva decretada e ficou foragido desde a data do feminicídio, porém, a rota de fuga dele foi rastreada pela equipe de inteligência da Polícia Civil em Ipatinga.

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Assim, houve a inclusão dos dados do suspeito no programa de difusão vermelha da Interpol, tendo sido localizado primeiramente na Costa Rica e, em seguida, em Bogotá, na Colômbia. O suspeito teria muitos contatos internacionais, possuindo histórico de viagens para o Estados Unidos e para o Uruguai relacionado a negócios. “Esse resultado representa um grande êxito para as instituições envolvidas, que de forma integrada e com a colaboração da Interpol prenderam mais um foragido internacional”, celebrou o chefe do Departamento em Ipatinga, Gilmaro Alves Ferreira.

Em breve o preso será extraditado ao Brasil, onde irá responder pelos crimes sob investigação.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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