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Preso pela PCMG executor de homicídio ocorrido em bar de Santa Luzia

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Divulgação/PCMG

Encerrando a investigação do homicídio ocorrido dentro de um bar no bairro Palmital, em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte, em julho de 2022, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) identificou o último suspeito e cumpriu, nesta sexta-feira (11/8), a prisão preventiva do alvo, apontado como o primeiro executor dos disparos que mataram a vítima, um homem de 28 anos. Agora, os três investigados por envolvimento no crime estão no sistema prisional, à disposição da Justiça.

De acordo com a delegada Adriana das Neves Rosa, titular da Delegacia Especializada de Homicídios (DEH) em Santa Luzia, a identificação do terceiro envolvido, de 38 anos, ocorreu após as prisões dos suspeitos de 25 e 19 anos, detidos, respectivamente, em 26 de junho e 12 de julho. “Finalizamos o inquérito com o indiciamento desses dois. Eles foram denunciados pelo Ministério Público e já são réus em processo judicial. Com a continuidade das investigações, conseguimos qualificar o último, preso hoje, em um tempo curto, fruto de um trabalho incessante, e representamos pela prisão preventiva dele”, informa.

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A delegada acrescenta que, no dia dos fatos, o trio, armado, entrou no estabelecimento comercial e atirou contra duas vítimas – a fatal e a sobrevivente, de 19 anos. “O investigado preso hoje foi o primeiro que adentrou no bar, conferiu se tratar do homem de 28 anos, e efetuou os disparos”, conta Adriana ao pontuar que os demais também atiram contra ele. “Tentaram ainda executar a outra vítima, mas ela conseguiu segurar a arma longa, tirá-la do seu campo de direção, se escondeu atrás da sinuca e depois jogou um engradado na direção dos suspeitos”, descreve observando que após conferirem a execução, eles fugiram do local.

Desarticulação

Segundo apurado, a motivação do crime está ligada a dívidas do tráfico de drogas e à disputa por pontos de venda de entorpecentes. “Focamos os esforços da Delegacia Especializada de Homicídios nesse grupo criminoso para tirá-lo de circulação. Os integrantes estavam tentando o domínio do tráfico na região conhecida como Caldeirão, no limite dos municípios de Santa Luzia e Vespasiano, e, nessa disputa, estavam com uma ação muito violenta, redundando em homicídios tentados e consumados, dos quais são investigados também. E conseguimos a prisão dos três”, conclui a delegada.

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A operação deflagrada nesta sexta-feira pela DEH contou com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e da Patrulha Unificada Metropolitana de Apoio (Puma) da PCMG.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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