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Preso suspeito de tentar abrir conta e fazer consórcio com CNH falsa

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Divulgação/PCMG

Em uma ação rápida, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante um homem, de 55 anos, por uso de documento falso e por tentativa de estelionato, em João Pinheiro, Noroeste do estado. A prisão foi realizada na última sexta-feira (28/9) no momento em que o suspeito tentava abrir conta em banco e realizar contrato de consórcio utilizando uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsificada.

Após a denúncia, a equipe da Delegacia de Polícia Civil em João Pinheiro foi até a agência bancária e abordou o suspeito, que apresentou uma CNH com dados falsos. A vítima que teve o documento falsificado tinha mais de R$ 3 milhões em sua conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Posteriormente, os policiais encontraram a verdadeira identidade do abordado, tratando-se de morador de Brasília. O homem confessou que fazia parte de uma organização criminosa que efetuava o golpe do consórcio, em que ele seria o responsável por realizar a abertura de contas e depois mandaria a documentação para os integrantes do grupo na capital federal a fim de concretizar o golpe.

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Em continuidade aos trabalhos policiais, constatou-se que o homem teria tentado aplicar o mesmo golpe na agência em Paracatu, mas, devido à demora em concluir o procedimento, resolveu tentar realizá-lo no estabelecimento em que foi preso.

As investigações prosseguem com intuito de descobrir os integrantes da associação criminosa e outras vítimas do golpe.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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