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Projetos da PCMG são aprovados no 17º Fórum Brasileiro de Segurança Pú

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Divulgação/PCMG

Quatro trabalhos da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) estão entre os aprovados para apresentação virtual no 17° Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre os dias 29 e 30 de junho, das 9 às 18h30, por meio do site encontro.forumseguranca.org.br.

A etapa virtual do Fórum é destinada aos profissionais de segurança pública que tenham feito pesquisas em seu campo de atuação ou desenvolvido boas práticas reconhecidas por sua comunidade e/ou instituição, quer sejam elas iniciativas de combate e prevenção à violência e à criminalidade, de aproximação comunitária, voltadas à valorização e à formação desses profissionais, ao enfrentamento à violência contra as mulheres ou sexual, racismo, de tecnologia aplicada à atividade de segurança pública, de análise criminal, de gestão e governança, entre outras pesquisas ou experiências, desde que voltadas ao seu ofício profissional.

Os trabalhos da PCMG fazem parte da temática “Ações de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres ou Sexual, Grupos Vulneráveis e Questões de Gênero e Raça”. Figuram entre os selecionados a delegada titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Juiz de Fora, Alessandra Aparecida Azalim, com o projeto “O Papel da Polícia Civil no Enfrentamento da Violência Doméstica contra a Mulher no Brasil”.

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Também participam o investigador da Deam em Juiz de Fora, Cleber Giliard Rodrigues Miranda, com o projeto “As Masculinidades Reveladas e Repensadas através do Grupo Reflexivo para Homens Autores de Violência de Gênero”; e a chefe do Departamento de Investigação, Orientação e Proteção à Família, Carolina Bechelany Batista da Silva, com as delegadas Amanda Machado Celestino Pires e Renata Ribeiro Fagundes, com o “Projeto Remodelagem Organizacional da Deam-BH (ProDeam” e com o “Programa Dialogar”.

Palestra

Antecedendo a apresentação dos trabalhos, nesta semana, acontece a 17ª edição do Encontro Anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, nos dias 20, 21 e 22 de junho, no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia.

Entre os palestrantes, na quinta-feira (22/6), às 14h, está o investigador da PCMG Lucas Guimarães, com a palestra “Desaparecimento de Pessoas no Brasil”. Sobre o tema palestram, ao lado do investigador, Eliana Vendramini, do Ministério Público de São Paulo, Darko Hunter, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania/SP, e o diretor do Instituto Nacional de Criminalística, Carlos Eduardo Palhares Machado.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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