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Resolução altera avaliação de desempenho dos policiais civis

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) e a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MG) publicaram, nesta quinta-feira (13/7), a Resolução Conjunta Seplag/PCMG n° 10.778/2023, que revoga a Resolução Conjunta PCMG/Seplag nº 001, de 2006, e dispõe sobre a metodologia e os procedimentos para a Avaliação de Desempenho Individual (ADI) de policiais civis de Minas Gerais.

A ADI busca valorizar e aprimorar o desempenho do servidor no exercício do cargo ocupado ou da função exercida; identificar necessidades de capacitação do servidor e contribuir para sua evolução profissional e para o desenvolvimento de novas habilidades; possibilitar o estreitamento das relações interpessoais e a cooperação dos servidores entre si e com as chefias; contribuir para a implementação do princípio da eficiência na Administração Pública e para a melhoria da prestação do serviço público, entre outros pontos.

Alguns dos critérios avaliados são disciplina, produtividade, comunicação, ética profissional, assiduidade. Uma das alterações promovidas na nova resolução é a mudança conceitual de alguns critérios, como o de “Adaptabilidade”, que passa a contemplar atributos mais alinhados ao que o Estado deseja fomentar nos servidores, acompanhando também a evolução da gestão de pessoas na administração pública.

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Além disso, foram atualizados os dispositivos da Resolução Conjunta anterior que faziam referências a outras normas, alteradas ou revogadas, ou que transcreviam disposições de normas superiores que não estão mais em vigor.

*Texto: Seplag-MG (adaptado)

*Divulgação Septalg-MG

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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