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Santa Luzia: PCMG desarticula grupo atuante em roubos a lojas

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), nesta sexta-feira (11/11), cumpriu mandados de prisão contra três homens, de 24, 33 e 44 anos, que aliados a um adolescente – irmão de um dos investigados – são suspeitos de roubos a estabelecimentos comerciais do segmento de telefonia. As ordens judiciais executadas hoje são decorrentes de investigação de crime ocorrido em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), em maio deste ano, quando funcionários de uma loja foram rendidos, sendo subtraídos 17 aparelhos celulares, avaliados em R$ 50 mil.

De acordo com o delegado Fábio Lucas Gabrich Cruz e Silva, titular da 2a Delegacia de Polícia Civil em Santa Luzia, “o trabalho investigativo aponta que o grupo tem organização específica e divisão de tarefas”. Segundo apurado, o homem de 44 anos é o proprietário do veículo usado nas ações criminosas e atuava como motorista; o suspeito de 24 e o irmão adolescente eram os executores dos assaltos; já o investigado de 33 dava apoio aos comparsas em caso de alguma intercorrência, ou seja, desempenhava o papel de “força reserva”.

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Gabrich acrescenta que o grupo é investigado ainda pela prática de roubos a lojas de celulares na capital e em João Monlevade, região Central de Minas. “Na casa de dois dos suspeitos, foram encontrados 18 aparelhos na caixa, lacrados”, observa. O delegado completa que, em relação ao crime ocorrido em Santa Luzia, o inquérito policial foi concluído com o indiciamento dos suspeitos maiores de idade por roubo majorado pelo concurso de pessoa e utilização de arma de fogo, assim como por corrupção de menores. O adolescente poderá responder por ato infracional análogo ao mesmo crime patrimonial violento.

Dos indiciados, o suspeito de 44 anos foi preso em Belo Horizonte, no bairro Nazaré, em seu local de trabalho, e encaminhado ao sistema prisional. Os outros dois, de 24 e 33, já estão reclusos devido a autuações em flagrante por outros delitos e, agora, tiveram novo mandado de prisão pelo roubo cumprido. O trio encontra-se à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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