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Santa Luzia: PCMG desmonta esquema de estelionato em venda de imóveis

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Divulgação/PCMG

Um homem de 37 anos, natural do Espírito Santo, foi preso em flagrante por estelionato nessa quarta-feira (27/9), em Santa Luzia, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ele é apontado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) como responsável por coordenar um esquema de estelionato envolvendo a venda de imóveis na cidade.

O caso, sob investigação pela 2ª Delegacia de Polícia Civil em Santa Luzia, chegou ao conhecimento da PCMG no mesmo dia da prisão. A vítima, proprietária de uma imobiliária, disse que os suspeitos realizavam um feirão de imóveis em um conhecido hotel localizado no município anunciando propriedades que estavam sob os anúncios de sua imobiliária.

O delegado Fábio Gabrich explica como o golpe funcionava. “Eles extraíam do catálogo de imóveis da imobiliária os anúncios e os difundiam em conhecidos sites de compra e venda pela internet, com valores muito abaixo do mercado. Para se ter uma ideia, o mesmo imóvel colocado à venda pela vítima no bairro Frimisa no valor de R$ 375 mil era anunciado pelos suspeitos por R$ 170 mil”, informou.

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Operação

Logo após a denúncia, a Polícia Civil compareceu ao local e flagrou uma vítima dos golpistas. No momento da abordagem, o suspeito tentava vender o imóvel anunciado por R$ 170 mil na condição de pagamento de R$ 12 mil de entrada e parcelas mensais de R$ 600. No hotel, a polícia apreendeu documentos e papéis com propostas de venda e banners do feirão

Além do investigado de 37 anos, a equipe conduziu à delegacia uma mulher de 22 anos e um homem, de 29. Os dois, que atuariam na parte administrativa do negócio fraudulento, foram liberados posteriormente, mas continuam sendo investigados, bem como outros dois vendedores, que fugiram da ação policial

As investigações prosseguem.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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