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São Sebastião do Paraíso: PCMG indicia grupo suspeito de aplicar golpe

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Divulgação/PCMG

Em São Sebastião do Paraíso, no Sul do estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou e representou pela prisão preventiva de seis pessoas suspeitas de constituir organização criminosa dedicada à prática de crimes de estelionatos em diversos municípios dos estados de Minas Gerais e de São Paulo.

Conforme esclareceu o delegado titular em São Sebastião do Paraíso, Rafael Gomes, a organização era especializada em cometer o golpe do motoboy. “Os suspeitos telefonam para as vítimas, passando-se por funcionários de bancos, e informam que seus cartões foram clonados, solicitando as senhas. Em seguida, um dos integrantes do grupo vai à residência da vítima e recolhe seu cartão. A partir de então, diversas transações são realizadas em prejuízo das vítimas”, revelou.

As investigações iniciaram-se em agosto deste ano, quando a Polícia Militar prendeu em flagrante um dos integrantes do grupo, enquanto ele recolhia cartões bancários nas residências das vítimas, passando-se por funcionário de um banco.

A Polícia Civil instaurou inquérito policial e identificou todos os integrantes da organização, sendo eles residentes do Estado de São Paulo. Em apenas dois dias, o grupo fez três vítimas idosas em São Sebastião do Paraíso, causando prejuízo total de aproximadamente R$ 20 mil.

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A Polícia Civil verificou que os indiciados ostentam estilo de vida luxuoso, estimando-se que o grupo movimenta mensalmente quantias que chegam a milhões, realizando viagens internacionais com frequência.

O inquérito policial foi concluído e encaminhado à Vara Criminal de São Sebastião do Paraíso, que analisará os pedidos de prisões realizados pela Polícia Civil.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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