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Sequestro e homicídio: PCMG indicia três por crime em Patos de Minas

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Divulgação/PCMG

Nessa segunda-feira (5/2), em decorrência das investigações sobre os crimes de sequestro e homicídio, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou uma mulher, de 23 anos, e dois homens, de 25 e 26, pela morte de um outro homem, de 48. O crime ocorreu no dia 25 de novembro de 2023, na zona rural de Patos de Minas.

Crueldade

Conforme apurado, os suspeitos teriam amarrado, sequestrado e, por fim, executado a vítima com requintes de crueldade. O corpo foi encontrado no dia 28 daquele mês.

Levantamentos indicaram que a mulher investigada teria tido um desentendimento com a vítima e chegou a alegar que ela a teria assediado – fato não comprovado no curso do inquérito policial.

O trio, então, teria planejado assassinar a vítima, sabendo que ela, usuária de drogas, estaria muito cansada e dormindo no dia do crime. Ao chegarem na residência, a vítima acordou, momento em que foi agredida e amordaçada, sendo também amarrada e levada de carro até a zona rural.

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Os investigados tiraram a vítima do carro usado para o sequestro e a jogaram no chão, tendo a mulher esfaqueado diversas vezes o homem. Após as facadas, os suspeitos jogaram líquido inflamável sobre o corpo da vítima e atearam fogo.

Indiciamentos

Com a conclusão do inquérito policial, a PCMG indiciou os três envolvidos por sequestro e homicídio, com as qualificadoras: motivo torpe, dificuldade de defesa da vítima, meio cruel e ocultação de cadáver.

A mulher foi presa no último 24 de janeiro, quando se apresentou ao delegado responsável pela apuração de crimes contra a vida, na Delegacia de Polícia Civil em Patos de Minas, acompanhada de advogado. Na ocasião, foi cumprido o mandado de prisão, e a indiciada, encaminhada ao sistema prisional.

Os outros dois homens, com mandados de prisão em aberto, estão foragidos e continuam sendo procurados.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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