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Suspeito de cometer série de furtos a residências é preso em Buritis

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Divulgação/PCMG

Nesta quarta-feira (9/8), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com apoio da Polícia Militar, realizou a operação Êxodo 20:15, que resultou no cumprimento de mandado de prisão contra um homem, de 31 anos, em Buritis, no Noroeste de Minas.

Segundo apurado, o investigado estaria invadindo casas no bairro Israel Pinheiro e subtraindo bens de valor que fossem de seu interesse. Em um intervalo de três dias, o suspeito se envolveu em seis ocorrências de furto na cidade, além de outras duas nos meses de maio e junho deste ano.

O nome da operação é uma alusão à escritura bíblica referente aos dez mandamentos, especificamente no capítulo 20, versículo 15 do Livro de Êxodo, que traz a previsão: “não furtarás”.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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