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Suspeito de comprar em nome de hotel e não pagar é preso em flagrante

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu em flagrante um homem, de 23 anos, pelo crime de estelionato, no início desta semana, no bairro Santa Tereza, região Leste da capital. Ele é suspeito de se passar por representante de um hotel sediado em Belo Horizonte e adquirir produtos alimentícios da empresa vítima, porém sem pagar pelos itens. O investigado foi surpreendido ao receber a mercadoria referente a uma nova compra.

Segundo apurado pela equipe da 1ª Delegacia de Polícia Civil Leste, a primeira aquisição, dias antes, foi no valor aproximado de R$ 7,2 mil, e a ação policial evitou o prejuízo, agora, de R$ 4 mil. O crime consistia na compra de alimentos, com a nota fiscal emitida em nome do hotel, retirada dos produtos e o consequente não pagamento, visto que o investigado não tem nenhuma relação com o referido empreendimento de hotelaria.

Os policiais civis identificaram, ainda, a pessoa que teria sido contratada pelo suspeito para fazer o frete da mercadoria. Essa testemunha, além da vítima, foi ouvida no inquérito policial, enquanto o investigado resguardou-se ao direito constitucional de permanecer em silêncio. Os materiais recuperados, provenientes da segunda compra fraudulenta, foram integralmente restituídos à vítima, no local.

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Durante a formalização do flagrante na unidade da PCMG, a equipe policial identificou que o suspeito possuía um mandado de prisão preventiva em aberto, também pelo crime de estelionato, sendo dado o cumprimento da medida. O homem foi encaminhado ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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