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Suspeito de descumprir medida protetiva em Minas é preso em São Paulo

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Divulgação/PCMG

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em Montes Claros, região Norte, em conjunto com a Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCESP), prendeu, na última terça-feira (27/2), um homem, de 33 anos, por descumprimento de medida protetiva. Depois de efetuada a prisão na cidade de Ubatuba (SP), na sexta-feira (1/3), a vítima reencontrou o filho de 1 ano e 6 meses, levado do município mineiro pelo suspeito no dia 22 de janeiro.

A investigação teve início depois que a vítima procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Montes Claros para relatar os fatos e contou que o suspeito foi até sua casa, levou o filho do casal, descumprindo medidas protetivas deferidas no ano de 2023, em Belo Horizonte, que o impedia, inclusive, de se aproximar dela.

Sobre os fatos, a mulher revelou que teve um relacionamento muito conturbado com o suspeito quando ambos moravam na capital mineira. Na época, conforme disse, era agredida física e verbalmente por ele, até mesmo quando estava grávida, motivo pelo qual requereu medida protetiva e se mudou para Montes Claros. Ainda segundo a vítima, o homem também foi para Montes Claros e levou o filho do casal à força, impedindo-a de manter qualquer contato com o menor. Depois, ele teria iniciado uma série de ameaças, usando a criança para reatar o relacionamento com ela.

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Localização

De acordo com a delegada Karine Maia, foi instaurado um procedimento investigativo para apurar o crime de descumprimento de medida protetiva, sendo representado pela prisão do investigado. “Durante a investigação, com o trabalho de apuração aliado ao serviço de inteligência policial, a equipe localizou o suspeito em Ubatuba, no estado de São Paulo, distante mais de mil quilômetros de Montes Claros”, contou a delegada.

Já a delegada Monique Bicalho explicou que o trabalho conjunto e a troca de informações entre as polícias de Minas Gerais e São Paulo permitiram localizar e prender o investigado na cidade paulista. “Na última sexta-feira (1/3), após a prisão dele, a vítima reencontrou o filho que estava na casa de parentes dele, em Ubatuba”, revelou.

O suspeito permanece preso e está à disposição da Justiça.

Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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