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Suspeito por crimes sexuais é preso pela PCMG em Montalvânia

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Divulgação/PCMG

Em Montalvânia, na região Norte do estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu preventivamente, na noite dessa terça-feira (1/8), um homem, de 37 anos, investigado em procedimento que apura os crimes de produção e posse de pornografia infantil, estupro de vulnerável, estupro, importação sexual e satisfação de lascívia mediante a presença de criança ou adolescente. Além da prisão, nesta quarta-feira (2/8), policiais civis também cumpriram mandado de busca e apreensão na casa do suspeito, sendo apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos que irão colaborar com a investigação em trâmite.

As apurações policiais iniciaram depois que uma vítima denunciou ter sido abusada sexualmente pelo suspeito, dos 13 aos 18 anos. Com o avanço das investigações, a PCMG identificou outras nove vítimas do investigado.

Modo de agir

Conforme apurado, para cometer os crimes, o homem se aproximava das vítimas oferecendo presentes e ajuda financeira para as suas famílias. Dessa forma, ele ganhava a confiança dos adolescentes e familiares, os quais, em regra, viviam em grave vulnerabilidade social. Depois, o investigado chamava as vítimas para ir até a casa dele nos finais de semana, onde promovia festas regadas de bebidas alcoólicas. Quando as menores de idade já estavam embriagadas, eram abusadas pelo homem, que também filmava as vítimas nuas.

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De acordo com o delegado Theles Bustorff Feodrippe de Oliveira Martins, uma das vítimas relatou ter sido dopada várias vezes pelo suspeito, com remédios que foram colocados em doces, momento em que perdia a consciência e era abusada sexualmente. “Essa vítima, ao perceber que havia algo errado, tentou recusar os convites para frequentar a casa dele [suspeito], contudo, foi chantageada com uma possível divulgação dos vídeos em que era abusada. Ele afirmou que todos iriam saber o que eles faziam quando a vítima estava em sua casa”, detalhou Theles.

O delegado contou ainda que o suspeito pressionava psicologicamente as vítimas, afirmando que sofria de depressão, manifestada pelo desejo em se matar. “Dessa forma, ele se aproveitava da vulnerabilidade das vítimas, que eram convencidas de que o abuso era algo normal”, explica o delegado.

Ainda segundo as investigações, o suspeito explorava a força de trabalho das vítimas, impondo-lhes uma rotina extremamente exaustiva de trabalhos sem remuneração, sob o pretexto de que já estava gastando muito dinheiro com elas, ajudando-as em tratamentos de saúde ou comprando-lhes presentes.

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Fonte: Polícia Civil de MG

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Carga de 6 milhões e caminhão com chassi adulterado são recuperados

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Da redação – A Polícia Militar evitou o furto de uma carga milionária de defensivos agrícolas na Cooperativa de Café COOPERCITRUS, em Itamogi, extremo sudeste de Minas. O crime, que ocorreu no último dia 30/12  foi frustrado devido a denúncias que alertaram uma movimentação suspeita na cooperativa, os policiais foram ao local e constataram que os criminosos haviam tentado levar uma carga de defensivos agrícolas avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Imediatamente, os agentes iniciaram uma investigação utilizando câmeras de segurança e identificaram um veículo que deu suporte à ação e um caminhão que seria usado para o transporte da carga.  A partir destas informações os policiais mineiros, com apoio da Polícia Militar de São Paulo, iniciaram uma operação para localizar e prender os autores. Durante as diligências, o veículo suspeito foi avistado e, após uma perseguição, acabou se envolvendo em um acidente de trânsito, um deles foi capturado e preso.

Ontem 2/1  a polícia localizou o caminhão usado na ação criminosa abandonado em um cafezal na zona rural de Itamogi. Sem placas de identificação, o veículo foi identificado como roubado em Miguelópolis (SP) em junho de 2024, após a análise de uma nota fiscal e do chassi.

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O chassi havia sido adulterado para coincidir com o de outro caminhão de uma empresa do Rio Grande do Sul, uma prática comum entre quadrilhas especializadas. A adulteração de sinal identificador de veículo automotor, como o chassi, é crime previsto no artigo 311 do Código Penal, com pena de reclusão de 3 a 6 anos e multa. A Polícia Militar segue trabalhando para identificar e prender os outros envolvidos, além de investigar se a quadrilha possui conexão com outros crimes semelhantes na região.

O caso reforça a necessidade de ações integradas para combater crimes de roubo e adulteração de veículos.

 

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